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CONTOS: COISAS DE TRABALHO































Meu nome é Karen, tenho 29 anos. Sou uma mulher casada há mais de 12 anos.

Vim do interior para a capital do RS há mais de quatro anos. Recém chegada na capital ainda com 25 anos na época, passei por todos os medos possíveis, imagináveis ou não. Medo de caminhar na rua, medo de assalto, medo de me perder, enfim... medo!

Chegando a Porto Alegre me deparei com várias situações, além de medo me sentia muito sozinha, afinal não conhecia ninguém, mas precisava trabalhar. Meu marido e eu nos vemos de tempos em tempos, ele trabalha viajando o que me deixou muito mais insegura ainda nesta nova etapa.

Pra mim não é muito difícil ampliar os laços de amizade e relacionamento com novas pessoas, entretanto para contrapeso até me permitir ficar a vontade com um novo grupo, procuro primeiramente conhecê-lo melhor. Analiso o ambiente, as pessoas, os perfis até mesmo para saber o que falar e como me posicionar sobre quaisquer assuntos. Isso geralmente leva a um pré-julgamento de timidez ou pior ainda de metida, como já ouvi várias vezes, entretanto é uma forma muito particular de conhecer primeiramente o terreno.

Fiquei durante um bom tempo trabalhando em silencio e apenas observando.

Como boa observadora, desde o processo seletivo analisava cada situação e foi desde então que um futuro colega de trabalho me chamou atenção. Eu ficava esperando na recepção e observando aquele homem de um olhar que era de tirar o fôlego

Pra falar a verdade não sabia o que ele tinha! Seria comum considerando as características de um rapaz de pele clara, cabelos cortados à máquina, 33 anos e estatura mediana próxima aos 1,70m! Mas tinha algo... e à mim que sou fissurada por sexo, a cara de safado do moço me conquistou! Foi atração instantânea! O olhar dele era de devorar, mas ao mesmo tempo pensava eu que nessa empresa com um grande número de mulheres e apenas ele de homem obviamente poderia me confundir... resolvi ficar na minha.

Finalmente selecionada na empresa passamos a ser oficialmente colegas de trabalho. Com o tempo fui me soltando, passamos a conversar e muito por MSN, apesar da sala única sendo mais óbvio levantar e ir ate a mesa de um colega ou apenas falar mais alto foi uma ferramenta de grande valia. Nasceu uma amizade importantíssima. Esta ferramenta de mensagem instantânea é fabulosa!

Ms eu precisava ir além dessa "amizade", então resolvi provocá-lo, falar coisas de duplo sentido e dar dicas de carência. Ele respondia conforme eu imaginava. Daí em diante eu já sabia que eu iria sentir aquele homem nem que fosse por uma única vez. O meu único cuidado era para evitar envolvimento sentimental, afinal essas armadilhas da sedução muitas vezes acabam enfeitiçando o próprio feiticeiro, no caso a feiticeira rsrsrsrsrrs. Lembro que ele dizia no MSN que eu o enfeitiçava de alguma forma que ele não sabia explicar, mas mal sabia o colega que essa era exatamente a intenção.

Este meu estudo sobre o local e principalmente sobre o colega Ricardo, levou uns bons 8 meses. Fui mapeando o terreno, conhecendo o individuo, percebendo minhas reações até entender que eu realmente queria fazer sexo da forma mais intensa possível com ele. Pronto estava já detalhado o Plano de Ação para atacar o Ricardo.

Sabia que ele não sairia comigo dali para ir a um motel, afinal não tínhamos carro e teríamos que ir de taxi o que poderia nos expor ao risco de alguém nos ver.

Mas como me aproximar e de forma mais direta deixar bem claro que quero transar com ele?

Foi então que estávamos na cozinha minúscula da empresa quando decididamente roubei um beijinho de leve, mas completamente cheio de malícia.

Bom agora ele já sabia... ou estava pelo menos com a certeza que poderia me ter.Neste mesmo dia fiquei até o final do expediente e ele que não é bobo nem nada também ficou. Foram todos embora e nós dois ali. Eu na minha mesa e ele na dele, o silencio tomava conta do local e meu coração quase saindo pela boca de tanta ansiedade. Lembro que quando ele levantou de sua cadeira eu quase desmaiei, tremia feito adolescente pensando no que estava por vir. Para meu espanto ao invés de vir em minha direção ele foi para o lado oposto que levava a porta de saída. Por um segundo pensei em correr e agarrar ele, mas ao observá-lo e identificar que a idéia do Ricardo não era sair e sim fechar a porta, me senti completamente devorada por ele.

Olhou-me fixo e veio em minha direção. Confesso que fiquei um pouco sem jeito, mas era o que eu queria, meu corpo parecia que ia explodir. Estava completamente obcecada pela idéia. Ao mesmo tempo o pavor e a adrenalina de algum colega retornar para buscar algo me deixava apavorada! Quanto mais ele se aproximava da minha mesa mais ansiosa eu ficava. Era possível ouvir a respiração dele. Uma mistura de sentimentos e sensações. Aquele trajeto parecia interminável. Na minha cabeça ainda se passaram por milésimos de segundo algumas questões e até a vontade de parar com tudo. Entretanto a vontade já era maior e o desejo só aumentava. Finalmente ele chegou à minha mesa trocamos algumas palavras um tanto sem jeito até ele me pedir pra levantar e dar um abraço nele antes de ir embora.

Pronto eu estava decidida! Levantei... E só de sentir o cheiro dele fiquei completamente embriagada pela idéia.

Abracei-o como ele havia pedido embora eu soubesse que não seria apenas um tchau como ele mesmo havia dito.

Naquele abraço pude ter idéia do calor que vinha do corpo dele! Os braços dele me envolveram por inteira, até que foi se intensificando e se soltando aos poucos permitindo que eu também abrisse um pouco os meus que estavam em volta do pescoço dele. Ficando frente a frente, as mãos dele foram descendo em minhas costas, apertando um pouco na cintura indo à direção ao quadril. Até que com as mãos enfiadas no bolso traseira das minhas calças jeans puxou-me em direção a ele de forma brusca, foi nessa hora que pude sentir o penis dele inchado e duro. Com a mão direita subiu um pouco até meus cabelos longos e com força enrolou na volta da mão me mostrando que estava sendo dominada. Com a outra mão subiu até minha nuca e levou minha boca até a dele. Um beijo molhado e cheio de malicia tomou conta do inicio desta história levando-nos ao extremo da loucura. Agarrando-me com força me arrastou até a parte de traz da sala, onde ficaríamos não protegidos, mas reservados caso entrasse alguém.

Encostamos-nos em uma parede ao lado da mesa onde se serve o coffee break durante as reuniões. Ele me beijava me deixando louca de tesão. Afastando-nos para o lado, mas mantendo-nos grudados ele foi deslizando a mão que estava acariciando meu seio por fora da blusa ainda, até chegar à calça jeans e cuidadosamente foi enfiando a mão por dentro da calça, afastando a calcinha ate alcançar com o dedo e minha bucetinha que estava toda molhadinha.

- Que bucetinha maravilhosa tu tens!

- Tu acha? Tu também tem um pau maravilhoso!

- Uma delícia Karen! Eu sabia que tu ainda seria minha!

Deseperada de desejo, abri a calça dele pude sentir aquele caralho grosso e quente que estava molhando a cueca. Logo tratei de colocar minha mão por dentro da cueca e pegar aquela pica que logo estaria entre minha pernas me fazendo gemer de tesão.

A mão dele na minha bucetinha estava apertada pela minha calça pois ele não havia aberto apenas enfiado a mão no espaço que tinha. Dei um jeito e abri minha calça, tirei os sapatos. Ele puxou minha blusa levantou meu soutien e começou a passar a língua no biquinho dos meus seios. Com a outra mão ele tirava minha calça junto com minha calcinha. Louca de paixão, arranquei o cinto dele fora e foi mais fácil por a calça era mais folgada indo direto ao chão. Nesse momento pude olhar aquelas coxas q estavam grudadas em mim o tempo todo.

Ele se abaixou abriu minhas pernas, me apoiei na mesa de coffee break e ele foi passando a língua nas minhas coxas me chamando de safada. Eu pedia pra ele me chupar. Com o dedo indicador ele tocava minha vagina e levava até a boca lambendo todo o liquido que dali podia. Abrindo mais ainda minhas pernas, começou a lamber toda minha buceta me levando ao céu.

- Ta com tesão Karen???? pede meu caralho pede...implora por ele...

- Vem Ricardo, vem, coloca teu pau aqui na minha buceta, vem enfia ele aqui.

Ricardo levantou voltando a me beijar, agora com aquele gosto de tesão. Fez-me fechar as pernas e foi colocando o pau que deslisava na minha virilha enxarcada. Roçava desde a cabeça do pau dele nas minhas coxas, passando pelo meu clitóris. -Ai Ricardo que tesão! Vai ai faz assim...ai que deliciaaa!!!

Eu não aguentava mais de tanto tesão, me agachei com as mão acariciando fui dando umas lambidinhas na cabeça daquele pau. Aos poucos fui abocanhando com cuidado. Indo e vindo. Ele gemia e dizia que era o melhor boquete da vida dele. Eu tirava todo da minha boca e voltava engolindo inteiro aquela pica quente que estava estourando de prazer. Puxei ele para o chão comigo e empurrando ele um pouco para traz me virei de costas. Coloquei minhas mão pra traz ate achar o quadril dele e puxei. Novamente o pau dele nas minhas coxas me enlouquecia, eu ainda não tinha sentido ele dentro de mim. Ele me beijava o pescoço afinal estávamos de joelho no chão sendo que eu estava prensada na parede. Com uma das mãos ele acariciava meu clitoris. Eu não aguentava mais de vontade de sentir aquele penis em mim então aos poucos fui me virando de frente pra ele e arranjando uma forma de deitá-lo ali naquele carpete mesmo. Assim que consegui fui para cima dele e finalmente consegui sentar naquele cacete.

Gostoso demais eu dizia! Ele gemia baixinho enquanto eu rebolava devagar pra sentir todo aquele caralho! ele com as mãos nos meus seios e com os dedos indicadores acariciando os bicos que estavam enormes e durinhos pelo calor do momento. Eu querendo prolongar ainda mais a sensação, quando não aguentava mais de tesão desencaixava minha bucetinha e começava a beijar ele.

Ele enlouquecido pedia pra eu voltar, me segurava pelas coxas empurrando em direção ao penis que estava ereto esperando pela minha buceta! Até que me pegou pela cintura e com força me sentou naquele caralho, eu rebolei enlouquecida, descia e subia sentindo todo o penis duro como uma tábua dentro de mim. Cada vez que eu sentava e enfiava todo aquele penis em mim meu clitóris que estava enorme encostava-se à base do penis o que me pirava mais ainda. EU não aguentava mais, continuei naquele movimento sem parar. A grossura do penis tomando conta da minha buceta me enlouquecia. Continuei, rebolei, subi e desci naquele pau, até que sentia meu prazer chegando. Comecei a dizer que iria gozar, ele pedia: _ goza, goza no meu pau, goza, da pra mim.....Até que em um gemido forte ele sentiu meu gozo me segurando com o penis socado ate o fundo. Nossa foi demais...afinal tinha atingido parte do meu objetivo, faltava sentir ele morrendo de tesão. sai de cima dele e fiquei de quatro, foi então que ele me pegou pela cintura com uma das mãos e a outra enrolou nos meus cabelos. Pediu-me para ficar quieta e socava todo aquele cacete gostoso até o fundo, puxando meus cabelos e me chamando de safada, vagabunda gostosa! Isso me encheu de forças novamente não obedeci a ordem dele e comecei a rebolar com a maior intensidade que eu pude até que não agüentando mais de prazer tirou seu penis e gozou toda minhas costas. Ouvindo nossa respiração forte e cansada senti aquele liquido quente escorrendo. Ele puxou meu cabelo pra frente ainda envolto a mão dele e ficamos frente a frente. Nos beijamos e prometemos sempre que possível nos permitirmos aquela loucura toda.

Levantamos fomos um para cada banheiro, nos lavamos e nos vestimos e nos reencontramos em nossas mesas como se nada tivesse acontecido. Durante um bom tempo o carpete conservou aquelas pequenas manchas esbranquiçadas no chão e somente eu e ele sabíamos o que significava aquilo.

Esta foi apenas a primeira vez! Foram muitas durante este quatro anos, mas hoje já não repetimos este tipo de loucura desde uma das vezes na qual quase fomos pegos em flagrante. Tento a todo custo levar ele a um motel, entretanto estamos no impasse de horário e local. Ele ainda tem a questão dos filhos que o esperam no portão e ele fica com pena de estar comigo enquanto as crianças ficam na expectativa de sua chegada!

É uma pena, porque foi bom demais nos entendemos muito bem no quesito sexo, mas infelizmente não quero correr o risco de ser flagrada! Mas ele sabe que pode me ter quando quiser é só me chamar para um motel no final do expediente e eu estarei lá, pois meu marido continua viajando e quem não dá assistência abre concorrência.

FONTE: http://www.casadoscontos.com.br/texto/201005127
 
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