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ATAQUEI A BELA MORENA ( CONTO QUE CONTAS)








Era uma mulher morena de olhos tão negros que brilhavam, corpo belo como de uma princesa de contos de fadas, com andar delicado e um leve rebolado. Com roupas modernas, mas muito reservadas. Cabelos bem cuidados e negros como seus olhos. Essa é a mulher que sempre passava pela minha rua na mesma hora todos os dias para ir trabalhar.

Ela sempre estava com um olhar alegre, mas sempre séria, nunca dava atenção às cantadas que os homens lhe davam. Eu via nela uma beleza natural e inocente. Por varias vezes eu lhe desejava bom dia e ela respondia séria sem me encarar. E isso me deixava louco. Ficava imaginando como seria essa mulher na sua intimidade.

Certa vez tentei puxar conversa com ela, mas não deu muito certo, nunca consegui passar do “bom dia” ou alguma frase curta. Seu comportamento me deixava louco de tesão e ao mesmo tempo furioso, pois não me conformava em ser ignorado.

Cada vez mais me interessava por ela, e isso começou a despertar meus desejos mais secretos. Imaginava milhões de situação em que eu a teria sob meu controle podendo fazer o que quisesse com ela.

Foi ai que um dia resolvi por em pratica uma idéia.

Em certo ponto da minha rua, havia uma casa abandonada com muro alto e portões quebrados onde era fácil entrar. Fui até lá para conferir o local, a porta estava arrombada e não havia nada lá dentro apenas uma mesa e sujeira. Achei perfeito.

Passei a observá-la todos os dias à noite, de trás do muro da casa, quando voltava do trabalho, esperando a melhor oportunidade para abordá-la. Na quarta noite tudo deu certo.

Era por volta das 21:00h, com noite fria e chuvosa, a rua estava deserta, foi ai que ela surgiu ao virar esquina. Senti minha adrenalina ir às alturas com sua aproximação. Era uma mistura de medo e tesão. Ao passar pelo portão sai de trás do muro e a agarrei tapando sua boca para não gritar. Arrastei-a para dentro casa e falei para ela não gritar senão eu a mataria. Estava muito escuro e ela não podia ver meu rosto, mas mesmo assim coloquei uma venda em seus olhos.

Ela chorava muito e implorava de joelhos para eu não fazer nada, aquela cena me deixou de pau duro. Aquela mulher imponente e séria que nem olhava dos lados agora estava de joelhos diante de mim. Lembrei-me das vezes em que me ignorou, foi ai que dei alguns tapas em sua cara. Ela pedia para parar e eu parei, parei para arrancar sua roupa, peça por peça. E fui vendo aquele corpo belo aparecer. Ela continuava a chorar, mas não tentou fugir em nenhum momento. Coloquei-a em cima da mesa e prendi suas pernas nas cordas em que estavam amarradas nas pernas da mesa o mesmo fiz com os braços. Ela ficou em forma de X. Comecei a beijar cada canto do seu corpo, entre os beijos dava mordidas que fazia com ela gemesse de dor. Aqueles seios durinhos não eram grandes, mas eram lindos, passei a sugá-los como se estivesse com muita fome. Sentia com minha língua aqueles biquinhos, delicados, durinhos como se estivesse excitado. Comecei a alisar seu corpo suas coxas, até que cheguei em sua buceta. Ela estava quente e foi quando percebi que estava molhada. Olhei para ela com mais atenção e percebi que no meio daquele sofrimento, ela também estava sentindo prazer. Minha vontade era de chamá-la de vadia, puta, pois estava tirando proveito da situação. Mas não a xinguei pois poderia reconhecer minha voz. Mas já que estava gostando não pensei duas vezes, meti meu cassete em sua buceta com tanta força que a mesa se movimentou. Era uma buceta quentinha, molhada e apertadinha. Ela gemeu e pediu para parar, mas eu sentia que no fundo não era isso que queria.

Comecei a meter muito, num movimento tão rápido que até parecia que mundo ia acabar naquele momento. Não me contive e passei bater nela, dei muitos tapas a ponto de deixar marcas. Eu percebia que seu corpo estava ficando cansado, mas também percebi que havia gozado no meu pau.

Dei umas paradinhas rápidas, mas com meu pau socado lá dentro e nessas paradinhas sentia sua buceta pulsar como se estivesse apertando meu pau. Isso me deixou louco e comecei a meter de novo. Até que gozei, gostoso dentro daquela bucetinha maravilhosa.

Ao terminar, a soltei. Ela estava tão mole que não conseguia se levantar da mesa. Ela se virou de lado na mesa e eu estava observando. Foi quando vi que ela estava com aquela bunda linda virada para cima, tentando se levantar. Meu pinto ficou duro de novo pois pensei naquele cuzinho sendo comido. Não pensei duas vezes. Segurei-a por trás, a deitei sobre a mesa com o corpo arqueado e meti meu pinto no seu cú. Ela não suportou e apagou. Mas não consegui parar, mesmo desmaiada dei grandes arrombadas em seu rabo. Apenas tive que segurar as bandas da sua bunda aberta. Era como se estiver no paraíso, que cuzinho gostoso. Soquei várias vezes com força até gozar tudo o que tinha direito lá dentro. Ao terminar ela não tinha acordado, tirei a venda dos seus olhos.

Não podia deixá-la sozinha ali, poderia acontecer alguma coisa com ela. Fiquei ali sentado no chão no escuro observando-a deitada na mesa imóvel. E quando acordou e viu apenas minha sombra, não fez nada, apenas pegou suas roupas vestiu e saiu.

Cheguei à conclusão que ela de alguma maneira gostou do que aconteceu, pois ela continuou fazendo o mesmo caminho e horário todos os dias com seu mesmo olhar e andar. E eu nunca mais tive vontade de abordá-la. Continuei apenas dizendo “bom dia”.

FONTE:http://www.casadoscontos.com.br/texto/200808203

 
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