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CONTOS: Comi a amiga da minha mulher































Conhecia a Ana há pelo menos três anos, mas apesar de ser uma mulher muito atraente e bonita, nunca havia me despertado um maior interesse, tanto por ser amiga de minha mulher, mas também por ser namorada de nosso amigo. Ana trabalha junto com minha esposa e sempre nos encontramos em aniversários de amigos comuns ou em barzinhos que saímos de vez em quando.

Nossa história começa aqui: Em julho do ano passado minha esposa foi passar as férias em outro estado para visitar os pais e por motivos de trabalho, fiquei em São Paulo sem poder viajar. Em uma determinada sexta-feira toca o celular e era a Ana convidando-me para encontrar com os amigos em um barzinho, pois sabia que eu estava sozinho e iria gostar de ter companhia. Topei na hora, pois, realmente não tinha nada o que fazer e ficaria em casa assistindo tv. Ao chegar no bar encontrei a Ana sem o namorado e mais ninguém. Ao perguntar pelo resto da turma, me falou que ainda não tinham chegado e que o namorado, depois da faculdade, iria sair com os amigos para tomar uma cerveja. Começamos a conversar e nunca imaginei que o teor da nossa conversa passasse a ser sobre sexo.

Ana começou a falar sobre o seu relacionamento com o namorado e que apesar de satisfazê-la, ainda faltava alguma coisa que ela queria. Ela confessou que havia armado aquele encontro comigo e que não viria mais ninguém, a não ser nós dois. Comecei a ficar excitado mas, ao mesmo tempo, apreensivo, pois, poderia ser uma armação. Queria pagar pra ver e dei corda para saber até onde chegaríamos. Ana falou que, ao trocarem confidências, ela e minha esposa, falando sobre sexo, minha esposa havia comentado que eu era bom de cama e fazia gozá-la várias vezes e que eu insistia para comer sua bunda, porém ela nunca havia deixado alegando vários motivos. Falei que realmente era verdade que ela nunca havia me dado e era a minha grande frustração. Ana falou que com ela acontecia a mesma coisa, só que o inverso, ela tinha a maior vontade de dar a bunda e seu namorado não gostava e que era essa a coisa que faltava para completá-la. Ouvindo isso fiquei mais excitado ainda e comentei com ela. Ana sem rodeios, falou que gostaria que eu fizesse tudo o que eu fazia com minha esposa e muito mais, queria dar o seu rabinho para mim e que ela tinha vindo decidida a realizar esse sonho.

Pedimos a conta e fomos direto para o motel. Ao chegarmos já aos beijos e amassos, começamos a tirar nossas roupas e mais uma surpresa: Ana estava com uma calcinha mínima, com abertura na frente e falou que sabia que era uma das minhas taras, confessadas pela minha mulher. Não resisti e já caí de boca naquela buceta, e que buceta! Pentelhos bem aparados e os grandes lábios abertos parecendo uma flor. Chupava seu grelo pela abertura da calcinha dando voltas com a língua e enfiando os dedos no seu buraco. Ana começou a gemer alto e dizendo que havia imaginado várias vezes eu a comendo. Continuei a chupá-la até gozar na minha boca. E que gozada!!. Agora era a sua vez. Começou a me chupar com uma voracidade nunca visto e que só parou quando gozei e ela bebeu tudo. Com o pau ainda meio mole, ela recomeçou a chupá-lo até que ficasse duro novamente pedindo que eu colocasse na sua buceta. Afastou a calcinha de lado e guiou a pica com a mão até enfiá-la toda no seu buraquinho e começou a cavalgar num movimento alucinante. Subia e descia, esfregava para frente e para trás até gozar mais uma vez. Levantou e foi pegar na bolsa um tubo de lubrificante, dizendo que queria começar a realizar seu sonho. Passou o lubrificante no meu pau, ficou de quatro e lambuzou o seu cú, enfiando um dedo e depois dois até alargar o seu buraco. Fui por trás e comecei a colocar lentamente. Que delícia! Bem apertado e quente. Fiquei louco, estávamos matando nossa vontade. Continuei socando firme até gozar naquele buraco quentinho. Ela tirou a camisinha deixando a porra escorrer pelo pau e lambeu tudo novamente.

Fomos tomar um banho para descansar um pouco e ela me pediu que queria dar ainda mais uma vez a sua bunda naquela noite e que não demorou muito, recomeçamos até fazê-la gozar várias vezes.

fonte:http://www.casadoscontos.com.br/texto/200503170
 
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