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CONTOS: A Convenção da minha empresa



































Sou representante de uma grande empresa de cosméticos e produtos femininos na minha região. Temos uma reunião semestral que envolve todas as representantes do estado, geralmente em um grande hotel da capital ou alguma cidade turística. Nela são discutidos novos lançamentos, estratégias de marketing, metas a alcançar, etc. Não me casei virgem, mas meu marido foi meu primeiro e único homem. Naquela época, cidade pequena conservadora do interior as coisas não eram tão fáceis quanto hoje. Embora nunca tenha conseguido pegá-lo em fragrante, meu marido sempre foi namorador. Sempre desconfiei dele, mas nunca consegui provar nada. Toda vez ele inventava umas desculpas esfarrapadas, e escapava. Quando fui para esta última convenção da minha empresa, estávamos há mais de quinze dias sem nos falarmos, e obviamente sem transar, por causa de suas aventuras. Viajei com muita raiva dele. Nossa convenção iria durar dois dias. No final do primeiro dia, estava muito cansada e resolvi ficar um bom tempo na banheira, tomando umas cervejinhas e relaxando um pouco, para ver se diminuía minha raiva. Quando desci para o refeitório já estava quase fechando. Junto com a nossa, no mesmo hotel, estava tendo uma convenção de representantes de laboratório, que estavam se preparando para lançar um produto novo no mercado. Como estava jantando sozinha, um representante veio sentar-se comigo. Começamos a conversar, e ele foi me acompanhando na cerveja. Quando perguntei qual era o produto que eles estavam trabalhando, disse-me que era um genérico do Viagra. Comecei a rir e perguntei se funcionava mesmo. Então me respondeu que era melhor do que o concorrente, mas que ele ainda não havia experimentado. Ai enlouqueci de vez, e perguntei se tinha uma amostra grátis. Disse-me que sua pasta estava cheia. Falei: - Porque você não toma um? Ai poderemos saber se o remédio é bom mesmo. Em seguida emendei: - E para mulheres também é bom? Ele respondeu que não havia trabalhos científicos para mulheres, mas que, de qualquer maneira mau não iria fazer. Disse-lhe, então, vou experimentar também! Em mais dez minutos já estávamos dentro do meu quarto. As relações sexuais em minha casa eram bastante mornas. Uma chupadinha de leve, um papai/mamãe básico, e raramente passava disto. Mas desta vez, não sei se foi o efeito do remédio, das cervejas ou da raiva que estava do meu marido, resolvi radicalizar de vez. Nunca tinha visto outro homem nu, e nenhum outro homem tinha visto meu corpo, mas desta vez, já entrei tirando a roupa, de luz acesa mesmo, sem a menor vergonha. Quando o cara viu a minha decisão, também não pensou duas vezes e, partiu para cima de mim. O pau dele estava trincando de duro, e eu já toda molhadinha. Com muita excitação começamos a nos chupar de alto a baixo. De repente, de surpresa, ele me penetrou tão fundo que cheguei a gritar. Cada vez que me enterrava, eu o sentia quase no meu umbigo. O pau estava muito grande, grosso e duro, certamente por causa do efeito magnífico do remedinho. Penso eu que, também fiquei louca deste jeito por causa do medicamento. Com isto gozamos maravilhosamente. Quando ele tirou o pau de mim, peguei-o e enfiei todinho na minha boca, mesmo todo sujo de porra (nunca tinha feito isto). Foi muito bom, e com a minha chupada, e com o efeito do remédio, ele voltou a ficar duro. Chupei mais um pouquinho, peguei um creme hidratante, da minha linha de cosméticos, passei no buraquinho de trás, e mandei ver. Desnecessário dizer que tinha sido minha primeira vez lá. Demos um tempinho para eu me acostumar, e ai ele começou a mexer, cada vez mais rápido e mais forte, até gozar dentro do meu cú, enquanto eu gozava de novo me masturbando. Devo confessar que é um pouco dolorido, mas com um bom lubrificante, dá para tolerar bem. Foi bom também, gostei. Depois desta farra toda ele foi para o quarto dele, porque no dia seguinte teríamos aula o dia todo. Acho que foi tudo ótimo! Hoje até entendo porque os homens traem tanto. Trair é muito bom, é ótimo! A sensação da coisa errada, a excitação do desconhecido, o medo das conseqüências, o erotismo, a adrenalina tudo se soma e eleva muito o grau do prazer. Penso que isto vai melhorar bastante o meu casamento. Para cada namorada que meu marido arrumar, em vez de ficar brigando com ele, vou inventar uma convenção. Por precaução, guardei um monte de amostras grátis do remedinho maravilhoso do meu amigo...


FONTE: http://www.casadoscontos.com.br/texto/201104240
 
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