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SÓ DE SACANAGEM
































































Ana Paula acordara toda molhada de suor e com sua bucetinha adolescente piscando de novo. Sonhara com os primos novamente. Não estava agüentando mais essa situação, pois já era o sexto sonho só nesse mês e em todos, ela transava com os primos gêmeos ao mesmo tempo. Mas hoje ela resolveria esta situação. Pulou da cama e correu para o banheiro. Tomou um bom banho e bateu uma siririca jurando que esta seria a última, na intenção deles. Iria incluir os primos em sua vida sexual, afinal já tinha uma desde que perdera a virgindade com um colega da escola.Agora, como já tinha 16 anos já podia namorar com quem quisesse, sua mãe não atrapalhava mais, então ela passou a trocar de namorados como trocava de roupa. Já estava sendo chamada de galinha no colégio e adorava isso. As meninas a odiavam e os garotos babavam quando ela passava. Sabia que era muito gostosa. Tinha uma bunda linda grande e durinha, cintura fina, seios pequenos um cabelo bem pretinho, liso e longo, a sua pele clara atraia a atenção das pessoas pelo contraste com o cabelo preto. Se pudesse transaria todo hora. O único problema é que apesar de sua mãe não implicar com os namoradinhos ainda regulava suas saídas. Problema dela. Se não podia sair, transava no colégio, no prédio onde encontrasse uma rola durinha e disposta. E um plano começou a se formar em sua mente ninfomaníaca. 1° Ligaria para os gêmeos e pediria ajuda em um assunto de física. 2º pediria a mãe para deixá-la dormir na casa da tia e assim poderia estudar, como hoje é sexta-feira quem sabe poderia passar o fim de semana todo com dois karalhos idênticos à sua disposição? 3° teria que provoca-los e seduzi-los.





Ligar para eles foi fácil e toparam na hora ajuda-la, sempre foram muito carinhosos tratando-a como uma irmãzinha caçula, já que eram bem mais velhos, tinham 26 anos.





Convencer a mãe foi mais complicado. Acho que alguma professora fofoqueira contou alguma coisa para ela, pois ultimamente andava mais cismada do que de costume; Mas foi só chorar um pouco, dizer que se perdesse na matéria a culpa seria dela que além de não saber ajuda-la ainda atrapalhava, esse tipo de drama que adolescente sabe fazer muito bem e pronto, final de semana liberado na casa da titia começando hoje, sexta-feira, após as 17:00 h, quando o Otávio, um dos primos, sairia do trabalho e iria pega-la.





Agora era só suportar as aulas no colégio e aguardar a o momento da diversão. Olhou o horário de aula e viu que teria duas aulas seguidas de matemática, duas de técnicas de informática e duas ùltimas de história. As aulas de informática serviriam aos seus planos, ela gostava das aulas de matemática, por que o professor era um tesão, mas as aulas de história eram uma merda. A professora era uma chata, por isso antes de sair pegou um pequeno consolo que vibrava lentamente sem fazer barulho e escondeu na mochila.





Durante a aula de informática, só de sacanagem, enviou um texto bem safado, relatando uma transa dela com um colega dentro do banheiro do colégio para o e-mail dos primos. Depois mandou outro e-mail se desculpando dizendo que havia sido engano. Jogou a isca.





A aula de matemática foi pura excitação, sentou na frente, e não tirou os olhos do pênis do professor, que apesar de já está acostumado com o seu assédio, sempre ficava nervoso e completamente teso, muito constrangedor para ele... para ele. Porque ela adorava saber que o deixava assim. Se o professor Renato não fosse tão certinho, tão Caxias ela já teria comido ele todinho até o caroço. Mas o cabra resistia bravamente, provavelmente por medo de perder o emprego.





A aula de história a aguardava, por tanto foi ao banheiro e colocou seu brinquedinho no meio das pernas e dentro de sua bucetinha que já estava molhada desde a aula informática. Já entrou com ele ligado, pois seria complicado ligar durante a aula. Como as pilhas eram novas ela teria um bom tempo de diversão enquanto ouvia a voz irritante da professora. E deu asas a fantasia... gozou vária vezes. Seus seios pequenos já estavam tão duros que apontavam na blusa da farda. A professora pediu que sentassem em dupla pra fazer um trabalho. Quem sentou perto dela foi o Rafael, um colega bem gostosinho, mas que ainda não tinham ficado, pois era namorado de sua grande amiga. Ao sentar-se a seu lado ele logo percebe algo estranho, pois ela apertava as pernas esfregando a xoxota na cadeira e tentava segurar os gemidos, porém sua respiração estava um pouco mais rápida.





_ O que foi? -Perguntou o Rafael estranhando o comportamento dela.





_ Não posso contar - respondeu em sussurro.





_ Está passando mal?





_Hããã...hum...não, estou é passando bem, muito bem ahhh.- e fechou os olhos baixando a cabeça pra ninguém percebe seu rosto corado, gozara novamente.





O Rafael olhou então para seu quadril e percebeu mais ou menos o que estava acontecendo, mas não acreditou que aquela maluca estava fazendo isso ali, e nem imaginava como.





Ela se acalma e olha pra ele com um olhar bem safado e sorri. O vibrador não parava. Nossa como isso estava bom. E para tornar a situação ainda mais gostosa, só de sacanagem, contou a ele.





_ Estou com um pequeno vibrador. Já gozei várias vezes.





_Não acredito? Você é doida? E se alguém perceber.





_O que foi santinho? Vai dizer que não gostou de saber? Olhe bem onde sua mão está.





O Rafael sem percebe havia levado a mão ao seu pau que ficara duro com o clima de que a Ana criou. Ele era doido de tesão por ela, mas nunca tentara nada, gostaria que sua namorada fosse tão safada quanto ela.





_Aninha eu sou doido pra te comer, você não quer um pau de verdade no lugar desse brinquedo?- falou baixinho para os demais não escutarem, ainda bem que estavam no canto do fundo da sala, tinham até certa privacidade.





_Quem sabe um dia? Hoje tenho outros planos.





Voltou pra casa bem animada. Queria saber do resultado do e-mail que enviara para os primos e foi logo ligar seu computador. Tinha mensagens deles para ela. Ao ler ficou mais contente ainda já que não havia nenhuma repreensão por parte deles. O Murilo disse que já desconfiava que tinha uma prima gostosa, e que adorou o engano. E o Otávio disse que leu a mensagem e que achou que era de uma outra pessoa, uma ex namorada, pois ele já tinha feito algo bem parecido, só depois foi que viu que era de sua priminha do coração.





Pronto, agora era só escolher as roupas que iria usar no fim de semana. Separou shortinhos, tops, mine-saias, um vestidinho solto e bem curtinho, calcinhas bem pequenas e delicadas e nenhum sutiã. Não iria precisar, percebera uma vez que o Murilo não tirava os olhos dos seus peitinhos pequenos e queria provocá-lo ao máximo. Tava com tanto tesão que precisou se masturbar novamente. Dessa vez colocou uma almofada entre as pernas e se esfregou nela ater atingir o orgasmo. Adorava se masturbar assim, era macio e quentinho, muito, muito gostoso.





Otávio chegou. Ela saiu às pressas para que sua mãe não desistisse de deixá-la ir. Quando viu o primo, se jogou sobre ele para um abraço apertado e de propósito encostou sua vagina no pênis dele, que ao invés de afastá-la, puxou ainda mais o seu quadril. deu pra ver que ele ficava duro. Que sensação gostosa, o corpo dele a envolvendo assim. Ele retardou o abraço para que durasse mais tempo do que o necessário.





Quando chegaram à casa, o Murilo já estava lá. Os dois se olharam com se estivessem planejando algo. Ana Paula perguntou pela tia, e eles disseram que estava viajando.





_ Tem algum problema prima? Se você não quiser ficar a sós conosco eu te levo de volta. Mas vou logo avisando que não tem problema nenhum. Mãe deve chegar ao sábado a noite ou no domingo pela manhã.





_Por mim está tudo bem. Eu só espero que vocês tenham tempo pra ficar comigo. Preciso muito de ajuda em física. Mas antes eu gostaria de tomar um banho, estou toda suada com o calor que está fazendo.





Ao entrar no banheiro fez questão de deixar a porta aberta e começou a tirar a roupa. O Murilo passou e a viu completamente nua entrando no boxe, foi direto chamar o Otávio. Quando voltaram, ela já estava no chuveiro, à água escorrendo pelo corpo, que dava para ser visto através do vapor. Sem fazer cerimônia os dois ficaram contemplando o banho da priminha. Quando Ana Paula viu que estavam ali, ficou de frente para eles, e só de sacanagem, fechou os olhos e começou a se masturbar. Os gemidos dela deixavam o clima ainda mais erótico. Terminou o banho e os dois a esperavam cada um com uma toalha na mão.





No início ninguém disse nada, talvez pelos tabus que estavam sendo quebrados naquele momento, eram primos e, além disso, ela era uma adolescente. Mas aos pouco conforme a excitação ia aumentando as palavras se misturavam com os gemidos.





_ Vai, chupa mais forte! Ahhh!!!





_ Assim, morde bem gostoso! Isssss!!!





_ Hummmmmm abre mais essas pernas! Hãããaaa!





_Nossa como está molhadinha!





_Aiiiiiiiii como estão duros!





_ Aperta mais...





_Enfia essa língua até o fim!





_Que priminha mais deliciosa!





_ Que pica mais gostosa!!





Os sonhos de Ana Paula se tornaram reais. Nesse momento ela estava sendo chupada, beijada, lambida, comida e devidamente fudida pelos seus primos gêmeos. Ela se ajoelha no meio dos dois e inicia uma chupada dupla nos caralhos mais gostosos que já tinha visto até em tão. Eles não eram enormes, deveriam ter cerca de uns 18 ou 19 centímetros, mas grossos e, totalmente eretos como estavam eram deliciosos para serem chupados. Mal esperava o momento de ser preenchida por eles. O Murilo que era o mais impaciente dos três interrompeu a chupação.





_Chega Ana, agora queremos algo mais sério. Levanta um pouco e inclina essa bundinha gostosa. _ Pensando que ele iria penetrar sua xaninha por trás ela obedece prontamente, mas para sua surpresa ele apenas lambuza seu pau na sua buceta que pingava com o mel escorrendo e desvia a pontaria para seu cusinho.





_Aiiiiii Nãooo, no meu cu não! Tentou escapar, pois já havia feito anal uma vez e detestou, ficou dolorida por dias, foi pior do que perder o cabaço.





_ Calma bonequinha. Relaxa que eu vou por bem devagar. Dói só no começo mais depois fica muito gostoso.





Otávio veio auxiliar o serviço do irmão abrindo as nádegas para facilitar o acesso. Ana Paula, para tentar desviar a atenção da dor que estava sentindo começou a masturbá-lo.





_Tira essa porra que ta doendo muito.





_ Esse buraco é muito apertado mano, não vai entrar assim no seco. Dizendo isso, Otávio cuspiu no pau do Murilo que tentou entrar novamente. Mas parece que ficou mais apertado ainda. Então o Murilo foi pegar um lubrificante e o irmão começou a chupar a prima. Quando o Murilo voltou com o pau devidamente lambuzado, melecou os próprios dedos para colocar um pouco do líquido na entrada daquele buraco quase virgem. Ana tentava segurar as lágrimas. Mas dessa vez entrou macio, continuava apertado mas já não doeu tanto. Ele ia enfiando aos poucos centímetro por centímetro até ficar todo atolado nela. Quando percebeu que Ana não sentia mais dor, segurou-a pela cintura e levantou o corpo dela, que ficou pendurada nele pelo pau.





_ Vai Otavio, agora é contigo. Fode a buceta dessa gostosa._ Otavio então envolveu as pernas dela ao redor do seu quadril e meteu de uma só vez na sua vagina que já pingava de tanto tesão fazendo uma dupla penetração.





Naquela posição não dava para os dois se movimentarem ao mesmo tempo, então o Otavio começou os movimentos de vai e vem enquanto Ana Paula rebolava como podia. Ela gozou no pau do Otávio, que acelerou os movimentos até esporrar abundantemente. O esperma escorreu para o anus dela. Murilo a faz apoiar as mãos nas paredes e agora bombava gostoso fazendo com que Ana experimentasse o melhor anal de sua vida. Otavio que queria mais e começou a chupá-la. Ana gozou mais uma vez e o Murilo veio logo em seguida. Como o Otávio já estava de pau duro novamente ela fez um delicioso boquete nele até engolir o seu leite.





Nessa noite, Ana Paula, só de sacanagem, dormiu na cama de casal da tia, com os dois priminhos e novamente acordou molhada, mas dessa vez o motivo foi uma deliciosa chupada que o Murilo lhe fazia.





FONTE: http://www.casadoscontos.com.br/texto/200904567

 
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