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CONTA O CONTO: Dei para o meu cunhado































_Poxa, amor, eu queria tanto que você viesse comigo.

_ Não posso, Kati, estou cheio de trabalho, se eu for com você, não vou dar conta do meu serviço.

Foi assim que acabei indo sozinha, passar o final de semana na casa da minha sogra, em uma fazenda, no interior do Rio Grande do Sul.

Dona Rosa, mãe de Gustavo, meu namorado, costumava passar os finais de semana na fazenda, reunindo toda família, para churrascada, banho de cachoeira e muita folia. Sempre me tratou muito bem apesar de ser minha SOGRA.

Cheguei na fazenda no sábado de manhã, e a família de Gustavo já estava toda reunida, pai, mãe, tios, irmãos, primos, sobrinhos, cachorros, galinhas etc.

Gustavo tinha 25 anos, e eu, 21. Eu já era namorada dele desde os meus 17 aninhos. Ricardo, o irmão mais velho de Gustavo, tinha 29 anos e costumava me tarar sempre que me via de sainha ou vestidinho curto. Eu já havia percebido que isso acontecia e sempre ficava muito excitada ao perceber que ele tentava disfarçar o volume que surgia em sua calça quando me olhava. Comemos churrasco no galpão da fazenda e depois, todos ficaram por lá, bebendo cerveja e jogando conversa fora. Eu me ofereci para lavar a louça e fui para dentro de casa. Ricardo se levantou, oferecendo-se para secar a louça. Na cozinha, ficamos conversando e rindo. Ricardo sempre arrumava um jeito de me tocar sem querer. Conversa vai, conversa vem, começamos a falar de assuntos mais íntimos. Ricardo me perguntava sobre posições sexuais favoritas, sobre o desempenho de Gustavo, se eu gemia etc, até que ele perguntou se eu já havia traído meu namorado.

_ Jamais eu respondi.

_ Nem em pensamento? ele provocou.

_ Bem...em pensamento...já respondi olhando envergonhada para ele, fazendo-o perceber que eu pensava nele, quando respondi sua pergunta.

_ Quer saber como seria? ele perguntou, colocando minha mão em seu cacete duro, por cima da bermuda.

Puxei minha mão rapidamente e disse para ele nunca mais fazer aquilo. Ele olhou minha cara de brava e de espanto e não se atreveu a continuar. De repente começa a cair uma chuva forte, de lado, que invadia o galpão. A família toda entrou em casa. Começamos a ver um filme de comédia. Como aquele dia estava meio frio, peguei uma coberta fininha para tapar as pernas sob o sofá, que já estavam arrepiadinhas, pois eu estava usando uma saia bem curtinha. Ricardo pulou para o meu lado, no sofá, dizendo que também queria se tapar. Senti na hora o perigo. Tirando as crianças, que brincavam nos quartos, a família estava toda reunida na sala. Mal começou o filme, e Ricardo já passou sua mão entre as minhas coxas. Não pude repreendê-lo, pois sua família perceberia e eu ficaria morrendo de vergonha. Continuei vendo o filme, mas sem conseguir prestar atenção em nada do que eu assistia, só me concentrava na mão maldosa de Ricardo. O medo de que alguém percebesse e a adrenalina de fazer algo proibido tomaram conta de mim, junto com o tesão. Percebendo que não havia como resistir, abri bem as pernas, colocando os pés sobre o sofé, sentando em posição borboleta. Ele colocou a mão por cima da calcinha e começou a alisar Minha cabeça girava, fervia

Ai que gostoso, coloca por dentro, coloca

Ele ouviu meus pensamentos. Puxou minha calcinha para o ladinho e começou a esfregar o meu grelinho, com o dedo. Tive vontade de gemer, mas não podia.

Ai desgraçado, que tesão. Olha o que tu ta fazendo comigo.

Ele continuava, ali, na frente do todos, sem que ninguém percebesse. Enfiou um dedo na minha xoxota meladinha; Quase gritei. Estava ardendo de tesão, minha bucetinha chegava a doer de vontade de dar para Ricardo. Ele continuou me torturando o filme inteiro. Eu suava frio, desesperada já. Quando finalmente acabou o filme eu disse que iria até o mercado comprar umas guloseimas e procurar por um livro, na livraria ao lado do mercado. Pedi carona para Ricardo, que prontamente disse que sim. Antes de passarmos a porteira da fazenda ele já colocou seu pau para fora e puxou minha cabeça, em direção a ele.

_ É tua vez, safada.

Eu obedeci, abri a boca e chupei seu cacete gostoso. Não havia motel ali por perto, então tivemos que rodar bastante até chegar em um. Eu fui chupando seu cacete até lá. Quando chegamos, minha calcinha já estava toda encharcada.

Ricardo me deitou na cama para chupar minha bucetinha. Que delícia! Que boca gostosa! Eu gemia cada vez mais alto, ele fez menção de parar, eu o impedi, segurando sua cabaça.

_ Continua eu ordenei agora eu quero gozar na tua boca.

Ele obedeceu e continuou me chupando, lambendo minha xaninha, até me fazer gozar. Então, me virou de quatro e meteu o cacete na minha bucetinha. Eu soltei um grito.

_ O que foi, cunhadinha, não ta acostumada a levar vara?

_ Não tão grande.

_ Então hoje eu vou te mostrar o que é ser comida de verdade.

Pegou na minha bunda com força, socando com tudo seu caralho na minha buceta. Meu gemido acompanhava o seu movimento....vai e vem...vai e vem...vai e vem...vai e vem...ah...ah...ah...aaahhh

Me senti uma vagabunda, gozando no pau do meu cunhado. O pior é que eu estava adorando me sentir assim, o tesão só aumentava. Ele continuava me bombando de quatro, eu não parava de gozar. Pedi que ele não gozasse dentro, ele disse:

_ Calma, ainda falta muito.

Dizendo isso, ele tirou o pau da xoxota e colocou no meu cuzinho. Enterrou a cabecinha. Eu berrei.

_ Não, não. Aí não. Dói muito.

_ Agüenta, cachorra.

Eu deitei na cama, tentando escapar, mas ele deitou por cima e meteu mais, até a metade. Eu gritava, pedia para ele parar, mas ele continuava. Eu fiquei deitada ali de bundinha para cima, e ele enfiava cada vez mais.

_ Como é bom fuder teu cu apertadinho, cunhadinha. Ai que rabão gostoso.

_ Pára, pára eu implorava

_ Só vou parar depois de encher teu cuzinho de porra

Ele continuou socando,cada vez mais rápido, cada vez mais forte.

Meus gritos de dor já se confundiam com gritos de prazer.

_ Fode meu cu, fode...fode tesão! Agora eu gritava enlouquecida

_ Toma gostosa, toma. Esse teu cuzinho gostoso foi feito pra tomar cacetada.

Ricardo encheu meu cuzinho de porra.

Voltei para a fazenda feliz da vida, levando um monte de guloseimas para o café da tarde.

Hoje Ricardo já é casado e eu não namoro mais com Gustavo. Porém ele costuma dar umas escapadinhas para matar as saudades. E quando vem, não da outra, vai logo me colocando de bundinha pra cima. Acho que ele ficou apegado no meu rabinho...o que posso fazer se meu rabinho também se apegou a ele? Hehe.

Autor: M-Delícia FONTE: http://www.casadoscontos.com.br/texto/20090260
 
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